Uma das áreas de maior interesse no comportamento humano é a dos relacionamentos.
O que faz com que nos aproximemos com mais intensidade de algumas pessoas? A necessidade de afeto, de suprir a solidão, a atração, a “química”, os interesses semelhantes, a alma ?
Existem diferentes níveis de compatibilidade interpessoal que estão diretamente ligados aos tipos de motivações predominantes em cada indivíduo.
O que faz com que nos aproximemos com mais intensidade de algumas pessoas? A necessidade de afeto, de suprir a solidão, a atração, a “química”, os interesses semelhantes, a alma ?
Existem diferentes níveis de compatibilidade interpessoal que estão diretamente ligados aos tipos de motivações predominantes em cada indivíduo.
Por exemplo, se você valoriza especialmente a ternura, o carinho e a intimidade, vai buscar essas características em seu(a) companheiro(a), desejando que ele(a) aja dessa forma.
Mas, talvez ele(a) dê maior importância à questão mental, ao compartilhar de pensamentos e filosofia de vida...
Há uma tendência a querermos “ajustar” as pessoas ao nosso modo de ser. Existe um limite muito estreito entre valorizar as próprias necessidades e querer impô-las aos outros.
Reprimir o que é importante para nós numa relação não é uma atitude sadia, como também não é exigir que as pessoas sejam do jeito que queremos, não aceitando o modo como elas, de fato, são.
Entretanto, às vezes as diferenças individuais são tão acentuadas que há uma incompatibilidade em conviver cotidianamente, pois as pessoas envolvidas não encontram respaldo, aconchego, amor, paixão ou outro tipo de sentimento capaz de manter e fazer evoluir a relação.
O relacionamento enriquecedor pressupõe estar atento à individualidade e à necessidade de transformação e de crescimento do outro, algo que exige sensibilidade, maturidade e muito diálogo.
Um encontro de dois seres humanos não deveria ser unicamente um suprir de carências ou uma idealização irreal. Relacionamento é a oportunidade de evolução e de autoconhecimento.
Mas, talvez ele(a) dê maior importância à questão mental, ao compartilhar de pensamentos e filosofia de vida...
Há uma tendência a querermos “ajustar” as pessoas ao nosso modo de ser. Existe um limite muito estreito entre valorizar as próprias necessidades e querer impô-las aos outros.
Reprimir o que é importante para nós numa relação não é uma atitude sadia, como também não é exigir que as pessoas sejam do jeito que queremos, não aceitando o modo como elas, de fato, são.
Entretanto, às vezes as diferenças individuais são tão acentuadas que há uma incompatibilidade em conviver cotidianamente, pois as pessoas envolvidas não encontram respaldo, aconchego, amor, paixão ou outro tipo de sentimento capaz de manter e fazer evoluir a relação.
O relacionamento enriquecedor pressupõe estar atento à individualidade e à necessidade de transformação e de crescimento do outro, algo que exige sensibilidade, maturidade e muito diálogo.
Um encontro de dois seres humanos não deveria ser unicamente um suprir de carências ou uma idealização irreal. Relacionamento é a oportunidade de evolução e de autoconhecimento.
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